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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Bibliopaper 2026

E os grandes vencedores são…

Sexteto Fantástico – 7º A – Benedita Santos, Camila Santana, Maria Carolina Caramelo, Mafalda Pereira, Margarida Madeiras e Rita Massano.

E exaequo…

As Divas – 7º D – Áurea Pinto e Caroline Marques

Muitos parabéns!

A entrega dos prémios será no próximo dia 26 de outubro, Dia Internacional das Bibliotecas Escolares, pelas 11h30, na Biblioteca da nossa Escola.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Mais um Bibliopaper …

Nos dias 8, 9 e 15 de outubro, os alunos do 7ºano de escolaridade tiveram oportunidade de participar no tradicional Jogo de descoberta da BE, o Bibliopaper.


Esta atividade de formação do utilizador visa dar a conhecer a biblioteca escolar, os seus espaços, recursos e serviços. Através de um conjunto de desafios e questões, os alunos são incentivados a explorar a biblioteca, a localizar documentos, a compreender a organização dos livros e a desenvolver competências de pesquisa e seleção de informação.

De forma lúdica e dinâmica, esta atividade promove a autonomia dos alunos e contribui para uma utilização mais eficaz e responsável da biblioteca escolar.

A equipa vencedora será anunciada oportunamente.

A IA foi à Biblioteca e saiu de lá mais inteligente!

Integrada nas comemorações do Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE), realizou-se uma palestra dedicada à Inteligência Artificial (IA), dirigida aos alunos do ensino secundário, sob o tema «A IA foi à Biblioteca e saiu de lá mais inteligente».

O nosso convidado, professor Pedro Inácio, docente do Departamento de Informática e responsável pelo Gabinete de Cibersegurança e Proteção de Dados da UBI, cativou a plateia desde o primeiro instante.

Ao longo da sessão, os alunos tiveram a oportunidade de refletir sobre o papel da Inteligência Artificial no nosso quotidiano, explorando as suas potencialidades e os desafios que coloca.

Foi também destacada a importância de utilizar esta tecnologia de forma crítica, consciente e responsável.

A iniciativa veio reforçar o papel da Biblioteca Escolar enquanto espaço de aprendizagem, descoberta e partilha de conhecimento, contribuindo para o desenvolvimento de competências essenciais à formação dos alunos e à sua preparação para os desafios do futuro.

Porque aprender é sempre uma forma de evoluir…até a Inteligência Artificial tem muito a ganhar quando passa pela Biblioteca.

Muito obrigada por nos ter proporcionado esta excelente sessão, prof Pedro Inácio.

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Alunos do 11º E participam em atividade de Storytelling

No dia 6 de outubro, os alunos do 11.º E da nossa escola deslocaram-se à Biblioteca Municipal para participar numa atividade de Storytelling, dinamizada por Jorge Silva, designer de comunicação, especializado em design editorial e direção de arte de publicações.

A sessão constituiu uma oportunidade para os alunos contactarem com o universo da narrativa e explorarem a importância das histórias enquanto forma de comunicar ideias, transmitir mensagens e despertar emoções.

Esta iniciativa permitiu aliar a aprendizagem à criatividade, proporcionando uma experiência enriquecedora e reforçando a importância da leitura, da comunicação e da expressão criativa.

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Mês das Bibliotecas Escolares

O Mês das Bibliotecas Escolares não podia ter tido melhor início…

No Dia Mundial da Música ouviu-se música na BE.

O André Tomás, a Carolina Garcia e a Irina Btito, alunos do Ensino Articulado de 9º ano, presentearam-nos com um momento musical de excelência:


A Arte diz não à violência

No dia 2 de outubro, assinalámos o Dia Internacional da Não-Violência, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007, com o propósito de promover uma cultura de paz, respeito e tolerância, através da educação.

Para assinalar esta data, foi apresentada a obra «Ainda me Vês?», da autoria de Paula Vaz, docente da ESQP, numa iniciativa que procurou, através da arte, sensibilizar para a violência e, em particular, para a violência contra as mulheres.

A figura de uma mulher idosa, representada na obra, poderia ser, contudo, a de um homem, de uma criança ou de um adolescente. Mais do que representar uma pessoa em particular, esta figura simboliza a vulnerabilidade e a fragilidade de todas as vítimas, independentemente do género ou da idade — vítimas tantas vezes invisíveis, silenciadas ou ignoradas.

Depois da observação da obra, os visitantes foram convidados a parar, olhar e refletir, deixando anonimamente uma palavra ou uma pequena frase em resposta a duas questões:

«O que vejo?»

«O que posso fazer?»

A adesão à iniciativa e o número de mensagens deixadas ultrapassaram largamente as nossas expectativas. Cada palavra registada revela uma forma de olhar, de sentir e, sobretudo, de pensar sobre aquilo que podemos fazer perante situações de violência.

Este envolvimento mostra-nos que os nossos alunos estão atentos, questionam a realidade que os rodeia e reconhecem que não podemos permanecer indiferentes perante a violência.

A arte permite-nos ver o que, muitas vezes, preferimos não olhar.

Permite-nos questionar. Permite-nos sentir.

E, acima de tudo, pode ajudar-nos a transformar o olhar em ação.

Porque a violência não pode ser silenciada. Porque todos podemos fazer a diferença.